Falta de Percepção de Encarnado no Astral

 

Esta noite (22/08/2004) eu estive projetado na casa do meu filho, que fica no mesmo bairro em que eu moro.

Ele estava com um ex-colega de serviço, com o qual continuou mantendo laços de amizade (apesar de não trabalharem mais na mesma empresa), e um frequenta a casa do outro (no físico) com certa regularidade.

O tal ex-colega gesticulava e manifestava sua insatisfação e desilusão com o espiritismo.

Queixava-se de que num centro espírita que ele foi (no físico) as atividades do mesmo não o satisfaziam. Alegou ter ficado decepcionado.

Ele queria mais. Queria provas, evidencias de que realmente existiam espíritos e vida fora do físico.

Fiquei um pouco chocado, pois estávamos ali, os três, fora de nossos corpos físicos, no astral, e ele não percebia a situação.

Meu filho ouvia quieto.

Eu também silenciei…

Que fazer numa situação destas?

Vacilei…

Será que eu tinha o direito de “chocá-lo”, “assustá-lo” e talvez “agredir” suas convicções, demonstrando que estávamos no astral, fora de nossos corpos e em situação semelhante aos espíritos, aos desencarnados?

“Senti” ou “pressenti” que seria uma agressão, que eu não devia falar nada.

Às vezes no astral eu “sinto”, que naquele momento, não devo fazer determinada coisa, ou que não devo interferir em determinada situação… E não o faço.

É como se fosse um pressentimento, uma intuição me avisando… Como se fosse um “freio”

Há coisas que eu não sei como sei… Apenas sei.

Por isso não o fiz.

Talvez funcione da mesma forma como “eu sei”, “eu sinto”, quando devo ajudar determinada pessoa no astral, em alguma ocasião ou situação.

E da mesma forma eu, às vezes (quando não estou com socorristas), localizo determinada pessoa que devo resgatar ou socorrer “nas profundezas” do umbral.

As vezes, as coisas funcionam no astral (pelo menos para mim) simplesmente assim… “por intuição”, por sensibilidade.

 

 

 

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