Fotografias e Sugador no Astral

 

Hoje a tarde (08/05/2005) resolvi deitar um pouco e saí projetado

Encontrei algumas pessoas que emocionadas olhavam o que me pareceu um álbum de fotografias

Uma moça mostrou-me o álbum que continha fotografias que registravam momentos de alguns de seus familiares

O interessante é que a fotografia adquiria movimentos, como se fosse um filme de pequena duração.

Eu podia, de certa forma, perceber e até sentir aqueles momentos das tais fotografias, como se eu pudesse estar lá, junto daquelas pessoas, ainda que por breves instantes

Já vi este tipo de fotografia em outra experiência de 16/11/2003 denominada “HOMENAGEM PÓSTUMA NO ASTRAL?” que poderá ser lida no meu site em

Homenagem Póstuma no Astral

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Um pouco depois sentei no chão, na guia da calçada em uma rua de intenso movimento e fiquei olhando as pessoas encarnadas e desencarnadas que passavam ou estavam por ali.

Comecei a refletir sobre as diferenças entre o plano físico e astral

Observei como era agradável estar ali no ambiente astral

Depois de algum tempo fiquei tão absorvido em minhas reflexões que não percebi a aproximação de um homem desencarnado que colocou uma espécie de tubo na minha boca

Surpreso com a “ousadia”, dei um “safanão” no tal tubo, afastando-o de mim

Era um tubo preto e o bocal que ele colocou na minha boca, assemelhava-se a alguns aspiradores de pó que temos no físico; era meio retangular…

O tal homem queixou-se de que “todos o deixavam fazer aquilo”… E perguntou por que eu não deixava?

“É problema seu…” respondi irritado.

O homem afastou-se algo aborrecido e eu continuei observando-o…

Ele deitou-se folgadamente sobre um carrinho de catador de papelão nas proximidades e fez o tal tubo alongar-se até a boca de um rapaz encarnado que mexia nos fios de um poste, no alto de uma escada.

O bocal do tal tubo parece ter encaixado na boca do rapaz, tapando-lhe a boca e o nariz.

Na outra ponta, o homem desencarnado, num bocal semelhante parecia sugar as energias do rapaz.

O rapaz encarnado, funcionário de uma concessionária de serviço público, parecia não perceber ou não se incomodar com aquela espécie de “vampirização”… Talvez ele tenha sentido alguma repentina e “inexplicável” falta de ar

É interessante observar que são muitas as formas de “vampirização” que sofremos quando estamos no físico, geralmente sem o perceber.

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Eu deveria ter esclarecido ao “sugador” que só as pessoas que estão em seus corpos físicos o deixam fazer aquilo, pelo simples motivo de não perceberem.

Provavelmente ele ainda não sabe distinguir quem está no físico e quem está fora dele, como era o meu caso… Por isso a surpresa dele com minha reação

Talvez ele perceba ou sinta as energias emanadas por quem está encarnado e descobriu ou criou aquela forma de sugá-las

 

 

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