Como manifestar uma ideia “nova” sem “mexer” com conceituações antigas, crendices, necessidades, interpretações pessoais e suas infinitas variáveis?
Respeito a todas as “muletas” e ou “alavancas impulsionadoras” que até agora de uma forma ou outra serviram para levar as pessoas ao entendimento, a conscientização íntima e pessoal… “elas” (as muletas) já tiveram o seu papel de forma relevante no desenvolvimento da humanidade e talvez até continuem a ter… Porém, já está na hora de entendermos os “ventos novos” que nos “sopram” a todo o instante para novas conceituações…
O astral em minha opinião é um ambiente puro, de emanação divina, tal qual nosso eu, nosso espírito, nossa alma, nossa essência, nossa individualidade, ou qualquer nome que queiram dar para definir o que somos e do que somos feitos…
Estamos atualmente “presos” dentro de um corpo físico que limita nossas percepções e manifestações enquanto não compreendermos a realidade a nossa volta… Porém, na medida em que formos nos conscientizando (e quanto mais depressa isto ocorrer, melhor para nós) não precisaremos mais de artifícios, mecanismos, “muletas” ou qualquer nome que queiram dar…
Somos deuses e provavelmente onipotentes, oniscientes e onipresentes em todas as coisas do universo inteiro… Percebi isto quando tive a experiência denominada “INTEGRAÇÃO OU REINTEGRAÇÃO COM O TODO” já relatada aqui no site em:
http://projecaoastral.com.br/projecao-em-corpo-mental
Quando saio projetado no astral parece que conheço a humanidade inteira como se todos fossem velhos conhecidos…
Que mistério é este?
Será que realmente é um mistério ou apenas não nos conscientizamos da realidade?
Damos a nossos filhos alimentação, estudos, conforto e carinho, porém, quando alguém bate a nossa porta pedindo “uns trocados” simplesmente dizemos: “não tem!”
Agiríamos dessa forma se soubéssemos que aquela pessoa é alguém muito caro ao nosso coração?
Depois entramos em casa, acendemos um incenso e tentamos sintonia com os planos mais altos?
O que é isto a não ser um conceito pequeno? Uma visão estreita e limitada?
Conforme já relatei recentemente encontrei velha afeição numa terrível
vampirizadora, cujos laços íntimos permitiram-me de certa forma em conjunto com os amparadores resgatá-la e socorrê-la… o que é isto senão algo maravilhoso que nos escapa aos sentidos e percepções presos a conceituações arcaicas?
Hoje, não postei a experiência com meu cachorro? Um “simples” animal que demonstrou sentimentos de amor?
Sem querer parecer piegas, meus amigos, eu creio que deveríamos chorar, chorar muito, de alegria e suprema felicidade por estarmos descobrindo, aos poucos é verdade, uma vida linda, mais linda e maravilhosa do que nosso pobre coração pode suportar.
As vezes tenho vontade de sair nas ruas e abraçar a todos como velhos e queridos amigos, que provavelmente o são, de sentir imenso e infinito amor por tudo, por todas as coisas, sejam minerais, vegetais, animais, pessoas, pelo universo inteiro, afinal começamos a perceber que tudo o que existe é emanação divina…
Ainda pensam que as “muletas” nos sejam “necessárias”?







2 comentários
Olá, Roberto.
Recordo-me de que você já mencionou anteriormente que vivencia projeções desde a infância. Você tem conhecimento ou acredita que essa experiência — ou seja, possuir essa habilidade — fazia parte da programação da sua atual encarnação?
Ou considera que qualquer vida que venha a experimentar no plano físico trará consigo essa característica, por tratar-se de uma aptidão desenvolvida em existências anteriores?
Caso essa habilidade tenha, de fato, sido adquirida em vidas passadas, e você já tenha atingido um elevado nível de experiência enquanto encarnado, inclusive afirmando, na atual existência, que não pretende mais reencarnar, pergunto: você compreende por que ainda foi necessário retornar nesta vida?
Em outras palavras, tem consciência das razões pelas quais ainda se encontra aqui?
Olá Bruna
Nosso potencial, isto é, o potencial de nossa consciência em perceber e aprender é gigantesco
Na medida em que acessamos nosso Eu superior, as coisas se tornam mais fáceis
Claro que vivências anteriores podem ajudar bastante
Mas também através de nossos esforços podemos alcançar o conhecimento
Pelo que percebi, em minha última reencarnação fui um soldado alemão e perdi minha noiva na segunda guerra mundial
Desencarnei em plena batalha com os americanos e estava muito perturbado no astral
Por isso reencarnei logo
Penso que com o conhecimento que tenho agora não preciso mais reencarnar