QUEM SOU

roberto pinedo

Meu nome é ROBERTO PINEDA, sou brasileiro, filho e neto de imigrante espanhóis, nasci na cidade de Jaguapitã/PR, tenho um filho, casado de 46 anos, um neto de 20 anos, uma netinha de 10 anos, tenho uma filha casada de 39 anos e um neto de 13 anos.

Sou Administrador de Empresas de fato e de direito, tenho formação acadêmica e fiz cursos extensivos; já administrei várias empresas pequenas, médias e grandes; já trabalhei também como consultor autônomo de empresas. Também fui diretor de entidade classista empresarial durante mais de dez anos. Atualmente faço parte da diretoria de uma entidade de benefícios aos idosos, com cerca de 25.000 beneficiados. Moro em Sorocaba-SP.

Sou uma espécie de altruísta, gosto de ajudar as pessoas sem cobrar nada por isso. Mantenho este site na Internet há muitos anos porque sinto que as pessoas podem aprender muito com as minhas experiências.

Sou um projetor consciente há muitos anos. Desde menino minhas projeções começaram a ocorrer de forma involuntária e eu achava que estava morrendo e ficava desesperado.

Contava para as pessoas e elas sorriam incrédulas achando que eu estava imaginando coisas, por isso fui me desenvolvendo sozinho e sem orientação, pois não encontrava ninguém para falar a respeito. Muitos anos depois, através da internet comecei a fuçar a respeito e descobri que já existe uma ampla literatura a respeito e que já se praticava este fenômeno há milênios.

Estou surpreso também em ver que existe muita mistura de conhecimentos a respeito. São seitas, escolas religiosas antigas, misticismo, fórmulas, etc.

Como até agora me desenvolvi sozinho, procurei sempre agir dentro da lógica e do bom senso, pois nossa mente pode nos pregar peças e enganar, principalmente numa dimensão que nos é praticamente desconhecida (da mente física).

Não sou ligado a nenhum dos institutos de projeção que existem atualmente e discordo de algumas coisas que percebi que eles ensinam. Não sigo, portanto nenhuma “cartilha”, convencionalismo ou linha de pensamento. Também não sigo nenhum tipo de religião.

Quando menino meus pais eram católicos.

Quando adulto li “O Livro dos Espíritos” de Allan Kardec, com cujas ideias me identifiquei, pois muita coisa que eu lia ali eu já havia comprovado e verificado no astral? (ou seja: eu era projetor bem antes de conhecer o espiritismo).

Atualmente tenho simpatia pelo espiritismo, mas vejo com certa estranheza algumas coisas e ideias praticadas em casas espíritas. Não vejo o espiritismo como religião, como muitos o fazem. Vejo o espiritismo como um meio de entendimento íntimo e pessoal, aliás, assim como eu, Allan Kardec também relatava o que ele via e descobria).

Lamento quando vejo algumas pessoas dizerem que se “afastaram do espiritismo”, deveriam dizer que se afastaram de Centros Espíritas, com cujas práticas não concordavam, ou então de dirigentes espíritas com os quais não concordavam. Para aqueles que ainda não entenderam: espiritismo não é apenas frequentar Centro Espírita, práticas mediúnicas e ler livros espíritas.

Como projetor posso de certa forma vivenciar a situação de espírito no mundo astral e ver por mim mesmo como certas coisas funcionam. Gosto de investigar as coisas no astral e conhecer meu próprio espírito. Quero e busco incessantemente descobrir os “segredinhos” da vida. Não gosto de “comer pelas mãos dos outros”. Não gosto de ser enganado. Gosto de fazer as constatações por mim mesmo.

Não sou o tipo de projetor que sai correndo quando vê um “disco voador”, pelo contrário, vou atrás para descobrir o que é ( por isso sei o que são ). Tenho necessidade íntima e pessoal de investigar, pesquisar, descobrir, analisar, compreender… Quero descobrir quem somos, o que somos, como somos, para quê e por quê fomos criados…

Quero conhecer esse “serzão” que constitui nosso eu…

Um pouco mais sobre mim:

Sou um pesquisador independente, ou seja, sigo caminhos próprios de pesquisas e descobertas.

Sou um homem de ideias próprias, sólidas e contundentes.

Busco incessantemente superar / transcender minhas limitações e condicionamentos.

Não sou místico, não sou religioso.

Não gosto de crendices, nem de rituais.

Não tenho, nem faço uso de objetos de apego e ou adoração.

Não tenho idolatrias por nada nem por ninguém.

Para mim, um “mestre” é só um cara que quer nos limitar à apenas aquilo que ele sabe.

Não sigo mestres e nenhum tipo de amparador, anjo da guarda ou espírito protetor.

Não aceito nenhum tipo de subordinação e ou dependência de quem quer que seja, pois eu entendo que somos consciências livres e independentes.

Caso queira saber minha opini?o sobre o assunto, leia o meu texto denominado “SOBRE: AMPARADORES, GUIAS ESPIRITUAIS, ANJOS DA GUARDA, MESTRES, ETC” que poderá ser lido no link abaixo:

https://projecaoastral.com.br/sobre-amparadores-guias-espirituais-anjos-da-guarda-mestres-etc/

Não gosto de mentiras, farsas, dissimulações, proibições, censuras, barreiras, coisas ocultas e ou escondidas. Fico impaciente com tais coisas que na realidade são meras tolices, próprias do plano físico e das regiões umbralinas, que só nos fazem perder tempo precioso de nossas vidas.

Estou habituado a vivenciar o astral, onde não há mentiras, não há farsas, não há dissimulações, pois podemos sentir/perceber as vibrações, pensamentos e sentimentos de uma pessoa… Isso faz com que no astral os relacionamentos sejam naturalmente sinceros e espontâneos. No astral não há proibições, censuras, barreiras, coisas ocultas ou escondidas… Exceto para aqueles que ainda estão presos a tais ideias, habitualidades e condicionamentos.

Eu entendo que devemos ser autênticos, verdadeiros, sem nada a temer, sem nada a esconder, pois só assim nos sentiremos tranquilos, com força íntima, com vontade e determinação férreas, prontos para enfrentar “o que der e vier”.

Houve um momento em minha vida que era insuportável estar no físico. 

Por isso, comecei a adquirir, cada vez mais, consciência fora do corpo e passei a buscar por respostas para as coisas que me afligiam. 

Passei a questionar tudo, todas as coisas, todos os formatos, todo o conhecimento humano….

Passei a contestar potestades.

Não aceito mais potestades que não respeitam o amor, que não respeitam a felicidade, que não respeitam os semelhantes e que não respeitam coisas que podemos fazer melhor que elas 

Percebi que vivemos presos a condicionamentos.

Percebi que continuamos vivos, conscientes e independentes de nosso corpo físico.

Percebi que somos consciências livres e independentes.

Percebi que não temos que viver sob o jugo de nada e de ninguém..

Percebi que possuímos potencialidades imensas. 

Atualmente, procuro ajudar as pessoas, relatando minhas experiências, para que elas também comecem a compreender:  “o quê somos nós e o quê é a realidade à nossa volta?”