Sobre Amparadores, Guias Espirituais, Anjos da Guarda, Mestres, etc.

No começo das projeções é bom, se possível, contar com a ajuda de um amparador ou amigo espiritual.

Entretanto, é necessário entender que NÃO PRECISAMOS DELES.

Aliás, se eles AINDA são mestres, então AINDA não entenderam nada.

Quando nos projetamos sozinhos, aprendemos mais rapidamente a conseguir desenvoltura no astral.

Sozinhos, aprendemos a controlar e sutilizar nossas vibrações no astral… Isso pode nos tirar de muitas “encrencas” por l?

Sozinhos, aprendemos a controlar e perder o medo mais rapidamente.

Sozinhos nos libertamos rapidamente de crendices, rituais e limitações.

Sozinhos, nos tornamos independentes e consequentemente projetores mais ativos e eficazes.

E por aí vai…

Agora, aproveitando o assunto vou dar uma dica para o pessoal:

N?O CONFIEM EM AMPARADORES… Por mais bem intencionado que o amparador aparente ser, ele tanto pode estar sendo dissimulado (com segundas intenções), quanto pode estar LIMITANDO você é apenas aquilo que ele sabe… Há “amparadores” que ainda presos aos condicionamentos e habitualidades do físico, “gostam” de ter pessoas DEPENDENTES DELE e SUBORDINADAS A ELE

Para mim, amparador é sinônimo de dependência, subordinação e limitação.

É primeira vista essa minha afirmação pode parecer prepotência da minha parte, mas não ?

Pois eu entendo que a aprendizagem que fica, que realmente marca, é aquela vivenciada por si só.

Se palavras e ensinamentos bastassem, as regiões umbralinas seriam rapidamente esvaziadas.

Por outro lado, se eu tivesse no astral um amparador que ficasse é minha disposição para responder as minhas perguntas… Eu, por razões óbvias, começaria a desconfiar de tal amparador “desocupado”.

Além do que, eu já percebi e entendi, através de minhas experiências, que QUANTO MAIS ESCLARECIDA uma consciência MENOS ELA INTERFERE no físico e nos problemas mundanos.

SUBORDINAÇÃO, LIMITAÇÃO e DEPENDÊNCIA são coisas do físico, próprias de consciências com pouco entendimento.

Eu escrevi amparador “desocupado” de forma proposital, no sentido de alertar as pessoas.

Uma consciência que tenha um bom entendimento tem muito o que fazer no astral.

Além do que sua percepção ? muito ampliada e há? infinitas coisas para tal consciência abarcar.

Em algumas ocasiões, eu tive experiências próprias nesse sentido e percebi como ?

Por exemplo, conforme descrevi na experiência denominada “VOANDO NO ASTRAL” que poder ser lida em:

Voando no Astral

Uma pessoa “ficou no meu pé” me fazendo perguntas e para mim ela passou a se constituir num “estorvo”, do qual procurei me livrar rapidamente.

Fico impaciente no astral, quando percebo que estou perdendo tempo, pois há uma imensidão de infinitas coisas para eu aprender, fazer, perceber, descobrir, investigar, constatar, etc.

Por isso, vejo com certa estranheza a ideia de uma entidade no astral ficar respondendo as perguntas de um pupilo.

Seria um envolvimento pernicioso para ambas as partes.

Essas ideias de comando, de submissão, de subserviência, de julgamento, de interferências, de determinação disso ou daquilo, etc., são oriundas de formatos físicos.

As pessoas estão condicionadas a servir e obedecer; a serem dirigidas, manipuladas, a serem julgadas e condenadas.

Por exemplo, antigamente havia reis (política/religião) e seus vassalos. Os reis viviam em suntuosos palácios; os vassalos trabalhavam no campo. Os reis tinham luxo e conforto; os vassalos tinham lutas e sofrimentos. Os reis impunham impostos e promoviam coletas; os vassalos trabalhavam e pagavam. Os reis julgavam e condenavam; os vassalos serviam e obedeciam. Os reis criavam leis, proibições e obrigações; os vassalos as cumpriam. Os reinados eram hereditários, isto é, passavam de pai para filho, herdeiros e ou protegidos.

Observem que praticamente nada mudou…

Hoje existem os políticos, os grupos de interesses, os religiosos e o povo… só mudaram os nomes, o resto continua tudo igual.

É interessante observar como algumas pessoas iniciam seus discursos e colocações exaltando a humildade e condenando o orgulho, agindo de forma mecânica e automatizada, pois já assimilaram em suas consciências que esse é o “comportamento padrão” que uma pessoa deve ter, fundamentado em “formatos”, sem perceberem que estão agindo como “impositores” de um sistema autoritário que se impõe há milhares de anos.

Claro, pois é conveniente para os sistemas políticos e religiosos que seus fiéis sejam humildes, submissos, dependentes, obedientes e subservientes… Melhor seria sem eufemismos dizer: medíocres e simplórios, que não podem contestar, discutir, pensar e discernir.

Qualquer pessoa que queira contestar, refletir, discernir, analisar o “sistema”, é taxada de orgulhosa e arrogante, sendo imediatamente “condenada” pelo tal “sistema”, dessa forma, sufocando a ação e o raciocínio.

Aqui no físico as pessoas tem a facilidade de superestimar as entidades desencarnadas, atribuindo-lhes às vezes uma posição que estão longe de possuir.

Por exemplo, há algum tempo atrás encontrei no astral uma conhecida escritora espírita acompanhada do espírito que lhe dita suas psicografias (Por motivos óbvios e para não causar constrangimentos não vou identificar a tal escritora e nem o espírito).

Vejam bem: não quero denegrir a imagem de ninguém, pois tal escritora em conjunto com o espírito desenvolvem um trabalho que possui determinado valor, mas sim, alertar as pessoas no sentido de se evitar “endeusamentos” desnecessários, ilusórios e fantasiosos com entidades desencarnadas.

Pois bem, conversei no astral com a tal escritora e conversei também com o tal espírito.

O tal espírito que foi casado/ligado com a escritora em outras encarnações, conforme observei e percebi, não era nenhuma sumidade, nenhuma entidade iluminada, pelo contrário, era apenas um homem simples, bem educado, atencioso, porém comum e não exalava, pelo que eu senti nele, grandes conhecimentos ou grande entendimento

Enquanto eu conversava com o tal espírito, percebi que ele não tirava os olhos de sua protegida.

Se ela ia para outros cantos, distraída, olhando as coisas, ele se deslocava atrás enquanto conversava comigo.

Pareceu-me uma coisa meio que obsessiva, uma fixação, um cuidado excessivo e desnecessário, próprios de uma consciência ainda com pouco entendimento e ainda muito ligada as paixões, ilusões e condicionamentos do físico.

Ora, uma consciência com bom entendimento sabe que o astral é um ambiente seguro e pode perceber o que quer mesmo é distancias muito grandes.

Por outro lado, há pessoas que visando conseguir credibilidade para suas afirmações, atribuem sua autoria a espíritos conhecidos do público, a mestres, a amparadores, a mentores espirituais, etc.

Dessa forma, se errarem pode colocar a culpa no espírito, na entidade, é na forma de comunicação, na interpretação da comunicação, que não perceberam que era um umbralino que se comunicava, etc.

Ora, a pessoa tem que assumir a responsabilidade daquilo que faz, daquilo que afirma, da comunicação que interpreta, da comunicação que transmite.

Basta usar o discernimento, o senso de responsabilidade, a análise cuidadosa, a investigação.

Para mim, tudo o que existe tem um sentido, uma razão de ser, uma lógica, um principio, uma origem, um fundamento e quando não os percebo, busco incessantemente descobrir e constatar.

2 comentários

  • Kaio disse:

    Olá senhor pineda queria saber sua opinião sobre o karma ? Não vejo sentido no que muitos espiritualistas falam que o karma é uma lei que temos q cada vida que vim a terra para pagar débitos espirituais. Outra pergunta alguém no mundo espiritual que seja externo a nossa consciência tem algum tipo de comando sobre nós e se isso acontece talvez seja por algum condicionamento nosso ?

    • Olá Kaio
      Já acompanhei um processo reencarnatório e percebi que cada consciência escolhe sua reencarnação através da sintonia com suas necessidades, pretensões, desejos e disponibilidades
      Ou seja, é nossa consciência que escolhe onde, como e com quem quer reencarnar, de acordo com as disponibilidades daquele momento
      Não há portanto nenhuma interferência de quem quer que seja
      A ideia de que um “ser superior” determine o que a pessoa vai passar, reflete apenas um condicionamento religioso

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