Um Filme Denominado Astral

 

Esta noite (04/03/2005) eu estava projetado e após muitas andanças e atividades, assisti a um filme denominado ASTRAL

Este filme além de mostrar regiões fantásticas do astral (algumas eu já as conhecia através de minhas projeções, outras não, muitas outras eu conheci semelhantes), mostrou também as inúmeras

implicações e consequências criadas pelas nossas consciências e atitudes.

Exemplificaram no filme o caso de um rapaz e as atitudes de sua esposa, com os consequentes desdobramentos no astral.

Depois de assistir o filme, curioso, fui “conferir” algumas coisas nas regiões umbralinas

É espantoso verificar como nossas consciências se vinculam a coisas, distrações, lutas e bobagens no astral.

Por exemplo, encontrei um grupo de pessoas que lutavam suspensos em coisas semelhantes a redes, sobre um grande abismo; portavam e usavam intensamente espadas de laminas largas,

semelhantes a cimitarras.

Era por ali, o único caminho que ligava os dois lados do abismo e quem tentasse atravessar tinha que lutar muito.

Parecia uma grande brincadeira, pois uns lutavam e golpeavam os outros com grande violência e rapidez, porém, não havia vítimas, não se cortavam apenas as espadas se batiam em grande

estardalhaço.

Resolvi passar por ali e educadamente gritei para eles:

“Pessoal, posso passar por aqui?”

Um deles olhou-me surpreso e disse:

“É o único caminho… né?”

Peguei na tal rede e comecei a passar pelo abismo

O local era escuro, o chão e as paredes do abismo pareciam de barro escuro.

A rede era sólida e macia e eu podia me segurar nela facilmente…

Ao ver aquilo, ou outro que lutava com ele, irritou-se e disse:

“Resolveu virar bonzinho, é?”

“Vai deixar o cara passar?”

Xingou e aumentou freneticamente a violência de suas espadadas sobre o outro (na espada do outro)

Apesar da extrema violência passei pelo abismo com tranquilidade

Quando cheguei ao final da rede, o que parecia mais violento deles veio para cima de mim e deu uma violenta espadada na rede, a uns vinte centímetros de mim…

Provavelmente tentando me aterrorizar

Olhei para ele com firmeza e segurança, pois eu sabia de alguma forma, que ele não podia me ferir.

Alguma coisa o travou ou o fez vacilar, não conseguindo desferir um golpe em mim.

Muitas coisas podem tê-lo impedido:

Talvez por eu não demonstrar medo algum, talvez devido minha vibração ou aparência, talvez devido eu não portar espada, não reagir, não demonstrar agressividade (o que me diferenciava do

meio deles e de suas regras), talvez por ele ter sentido algum receio em me golpear, etc.

Saí para terra firme e deixei-os lá com suas bobagens, ilusões, fantasias e agressividade…

 

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