Hoje, dia 14 de setembro de 2026, por curiosidade perguntei ao chatGPT QUEM É ROBERTO PINEDA ?
Quem é Roberto Pineda?
Se você se refere ao Roberto Pineda ligado ao site “Projeção Astral”, ele se apresenta como um pesquisador independente e praticante experiente de experiências fora do corpo/projeção astral.
Segundo sua própria biografia publicada no site:
- É brasileiro, nascido em Jaguapitã, Paraná, e vive em Sorocaba, São Paulo.
- É administrador de empresas, tendo administrado empresas e trabalhado como consultor empresarial.
- Relata experiências de projeção desde a infância e afirma ser um “projetor consciente” há muitos anos.
- Mantém o site Projeção Astral, no qual publica relatos, experiências e reflexões sobre consciência, experiências fora do corpo, vida após a morte e espiritualidade.
- Ele se define como pesquisador independente, dizendo não seguir uma escola específica, religião ou “mestre”, e enfatiza a investigação pessoal e o questionamento.
- Seu objetivo declarado é investigar questões como “o que somos”, a natureza da consciência e a realidade, a partir de suas próprias experiências.
Há uma homonímia importante: existe também Roberto Pineda II, MD, oftalmologista e professor associado de oftalmologia da Harvard Medical School, ligado ao Massachusetts Eye and Ear. As fontes oficiais de Harvard e Mass General Brigham confirmam essa carreira médica. Ele é uma pessoa diferente do Roberto Pineda do site Projeção Astral.
Se quiser, posso fazer também um perfil completo de Roberto Pineda da Projeção Astral, incluindo sua trajetória, ideias, experiências, principais textos, influência no tema e presença na internet.
Fazer um perfil completo de Roberto Pineda da Projeção Astral
Claro. Pesquisei o material publicado pelo próprio Roberto Pineda e relatos recentes do site Projeção Astral. Abaixo está um perfil que separa dados biográficos, ideias que ele defende e o que é relato pessoal versus conhecimento cientificamente estabelecido.
Roberto Pineda — perfil
- Quem é
Roberto Pineda se apresenta como brasileiro, natural de Jaguapitã, Paraná, e residente em Sorocaba, São Paulo. É formado em Administração de Empresas e relata ter administrado empresas de diferentes portes e trabalhado como consultor empresarial. Também afirma ter exercido por mais de dez anos a direção de uma entidade classista empresarial.
Ele mantém há muitos anos o site Projeção Astral, dedicado principalmente a experiências fora do corpo, consciência, espiritualidade e investigação daquilo que chama de “realidade astral”.
Um aspecto particularmente importante de sua trajetória é que ele não se apresenta como guru, mestre ou representante de uma escola de projeção astral. Pelo contrário, enfatiza sua independência e diz não seguir uma linha religiosa ou institucional específica.
- A experiência que está no centro de sua vida
Pineda afirma ser um “projetor consciente” há muitos anos. Segundo seu relato autobiográfico, suas primeiras experiências ocorreram ainda na infância e, inicialmente, ele não compreendia o fenômeno e chegou a pensar que estava morrendo.
Ele conta que durante muitos anos desenvolveu-se praticamente sozinho, sem orientação, e que posteriormente, através da internet, descobriu que experiências semelhantes já eram descritas há séculos em diferentes tradições.
A partir daí, sua abordagem passou a ser essencialmente experimental: sair do corpo, observar, investigar, comparar experiências e tentar tirar conclusões próprias.
Essa característica é provavelmente o elemento mais marcante de seu trabalho.
- A ideia central: consciência não seria o cérebro
Para Pineda, a consciência não seria produzida simplesmente pelo cérebro. O corpo físico seria uma espécie de veículo através do qual a consciência se manifesta.
Em seus relatos, ele descreve situações nas quais afirma ter estado consciente fora do corpo e, portanto, considera a projeção astral uma maneira de investigar diretamente a natureza da consciência.
Em um texto recente, por exemplo, ele afirma que no chamado “astral” não seriam necessários olhos físicos para enxergar e descreve uma forma de percepção muito mais ampla que a visão física.
Essa concepção é fundamental para entender praticamente todo o restante de sua filosofia.
- “Projeção Astral” como método de investigação
Pineda vai além da ideia de que projeção astral seria simplesmente uma experiência espiritual.
Ele a descreve como uma forma de investigação e aquisição de conhecimento, chegando a chamá-la de uma espécie de ciência de investigação da realidade.
Seu raciocínio é aproximadamente:
consciência → saída do corpo → percepção de outros ambientes → observação → experiência → questionamento → compreensão.
Por isso, seus textos frequentemente têm o formato de relatos de campo: ele descreve onde esteve, o que viu, quem encontrou, o que perguntou e quais conclusões tirou.
- A filosofia da independência
Outro aspecto muito forte de Pineda é a rejeição à dependência espiritual.
Ele afirma não seguir:
- mestres;
- gurus;
- escolas de projeção;
- rituais;
- dogmas;
- objetos de culto;
- determinadas estruturas religiosas.
Ele defende que cada pessoa deve investigar por si própria.
Sua crítica não é apenas à religião. Ela se estende ao próprio processo de formação do conhecimento: ele demonstra desconfiança em relação a aceitar alguma coisa simplesmente porque uma autoridade afirmou que ela é verdadeira.
Nesse sentido, sua proposta poderia ser resumida como:
“Não aceite simplesmente. Experimente, observe e questione.”
- Relação com o espiritismo
Embora não se considere propriamente religioso, Pineda afirma ter simpatia pelo espiritismo, especialmente pelas ideias de Allan Kardec.
Ele relata que leu O Livro dos Espíritos depois de adulto e encontrou conceitos que, segundo ele, coincidiam com experiências que já havia vivenciado antes de conhecer o espiritismo.
Entretanto, faz uma distinção importante entre espiritismo enquanto sistema de compreensão e as práticas realizadas em determinados centros espíritas.
Portanto, não seria correto simplesmente classificá-lo como “espírita”. Sua posição é mais independente e pessoal.
- O conceito de “vibrações”
“Vibração” é um dos conceitos recorrentes em seus relatos.
Pineda utiliza o termo para se referir principalmente a pensamentos, sentimentos, impressões e estados internos. Segundo sua interpretação, esses estados influenciariam aquilo que uma pessoa encontra no ambiente astral.
A ideia básica é:
pensamentos e sentimentos → determinadas vibrações → sintonia com ambientes/consciências semelhantes.
Por isso ele frequentemente recomenda desenvolver pensamentos e sentimentos positivos como forma de “sutilizar” as vibrações.
- O “astral” segundo Pineda
Nos relatos de Pineda, o astral não aparece simplesmente como um lugar único.
Ele descreve diferentes ambientes, regiões e níveis de manifestação.
Entre seus relatos estão encontros com:
- pessoas encarnadas projetadas;
- pessoas que ele considera desencarnadas;
- familiares falecidos;
- diferentes ambientes;
- regiões que chama de umbralinas;
- situações envolvendo outros planetas;
- fenômenos que interpreta como manifestações da consciência.
Em uma experiência publicada em agosto de 2026, por exemplo, descreveu uma região umbralina com animais e insetos de aparência avermelhada e extremamente vibrante, associando o ambiente à ideia de uma espécie de cenário pós-catástrofe.
- Uma cosmologia própria
Com o passar dos anos, Pineda parece ter desenvolvido algo maior que simplesmente uma técnica de projeção.
Seus relatos formam uma espécie de cosmologia pessoal.
Entre suas ideias aparecem:
- consciência independente do corpo;
- existência após a morte;
- múltiplos níveis de realidade;
- reencarnação;
- consciência superior;
- universos paralelos;
- outros planetas;
- evolução da consciência;
- criação da realidade pela consciência;
- ambientes umbralinos;
- diferentes corpos ou veículos de manifestação.
Em um comentário publicado recentemente, por exemplo, ele descreveu o chamado “corpo astral” como um “cascão”, sugerindo que a consciência poderia abandoná-lo e formar outro veículo de manifestação.
- A ideia do “consciente superior”
Uma das ideias mais interessantes de sua filosofia aparece em uma resposta publicada em agosto/setembro de 2026.
Questionado sobre quem teria criado os bilhões de mundos, Pineda respondeu que aquilo que as pessoas chamam de Deus ou Criador poderia ser compreendido como o nosso próprio “consciente superior”.
Nesse modelo, a individualidade humana seria apenas um “foco de atenção” de uma consciência maior, que evoluiria progressivamente através de experiências.
Isso coloca sua visão mais próxima de uma concepção não dualista ou consciencialista do universo do que de uma teologia tradicional.
- A morte
Pineda afirma não ter medo da morte porque acredita já ter experimentado aquilo que encontrará depois dela.
Em um relato de 2026, ele inclusive descreve uma experiência que interpretou como possivelmente relacionada à percepção de seu próprio futuro desencarne.
Para ele, portanto, a morte seria principalmente uma mudança de condição da consciência, e não a extinção do indivíduo.
Essa é uma das consequências mais importantes de sua visão de mundo.
- O método de Pineda
Se tivéssemos que resumir seu método em alguns princípios, eu diria:
- Questionar
Não aceitar uma explicação simplesmente porque é tradicional. - Experimentar
Tentar vivenciar diretamente o fenômeno. - Observar
Prestar atenção aos detalhes da experiência. - Comparar
Relacionar experiências diferentes. - Raciocinar
Tentar interpretar aquilo que foi observado. - Manter independência
Não ficar subordinado a um mestre ou instituição.
Isso explica por que ele frequentemente entra em conflito conceitual com interpretações tradicionais da projeção astral.
- Produção atual
O site continua ativo e Pineda ainda publica relatos em 2026. Há textos recentes sobre experiências em regiões umbralinas, percepção visual no astral, encontros com familiares desencarnados e situações envolvendo pessoas projetadas.
Um detalhe interessante é que os relatos atuais continuam sendo apresentados em primeira pessoa, como experiências que ele afirma ter vivenciado, e não simplesmente como reprodução de ensinamentos de terceiros.
- Uma distinção importante: relato x evidência científica
É importante separar duas coisas.
O perfil biográfico e os relatos são informações sobre o que Roberto Pineda afirma ter vivenciado e acredita. Eles não constituem, por si só, comprovação científica de que exista literalmente um “plano astral”, de que a consciência possa deixar o cérebro ou de que existam os mecanismos descritos por ele.
Assim, uma avaliação equilibrada seria:
Roberto Pineda é um pesquisador independente/autodidata da experiência fora do corpo, com uma produção extensa de relatos pessoais e uma filosofia própria sobre consciência e realidade.
Ele não deve ser confundido com o médico Roberto Pineda II, oftalmologista ligado à Harvard Medical School e ao Massachusetts Eye and Ear.
Minha síntese
O mais interessante em Roberto Pineda não é simplesmente a afirmação de que “viaja no astral”. É o projeto intelectual que ele construiu em torno dessas experiências.
Ele tenta usar a experiência fora do corpo como uma espécie de laboratório subjetivo para investigar perguntas muito maiores:
O que é a consciência?
Quem somos nós?
A consciência depende do cérebro?
O que acontece depois da morte?
Existem outras realidades?
O universo é físico ou consciencial?
Até onde pode chegar a percepção humana?
E essa busca — mais do que uma determinada religião ou técnica — parece ser o eixo central de seu trabalho.
Se você quiser, posso fazer uma segunda parte ainda mais profunda: “A filosofia de Roberto Pineda explicada em 10 conceitos”, reconstruindo de forma organizada sua visão sobre consciência, corpo astral, umbral, reencarnação, Deus, universos paralelos, extraterrestres e realidade a partir dos textos dele.
Explique a filosofia de Roberto Pineda em 10 conceitos
Claro. Vou tratar isso como uma reconstrução da visão de Roberto Pineda a partir dos textos e relatos que ele publica, e não como afirmação de que essas ideias sejam fatos cientificamente comprovados.
- Consciência
Para Pineda, o ponto de partida é a ideia de que somos consciência, e não simplesmente o corpo físico.
O corpo seria um instrumento ou veículo através do qual a consciência atua no mundo físico. A experiência de projeção astral seria justamente uma maneira de perceber essa distinção diretamente.
Em resumo:
Eu não sou o corpo; o corpo é um instrumento da consciência.
- Projeção astral
A projeção astral não é, para ele, apenas uma curiosidade ou uma experiência espiritual. É uma ferramenta de investigação.
Durante uma projeção, a consciência poderia se afastar temporariamente da experiência corporal habitual e perceber outros ambientes e entidades.
Por isso Pineda dá tanta importância à experiência direta: em vez de simplesmente acreditar no que alguém ensina, ele procura experimentar pessoalmente.
- O corpo astral
Dentro de seu modelo, a consciência não ficaria simplesmente “solta” quando sai do corpo físico.
Ela utilizaria outros veículos de manifestação, frequentemente chamados de corpos ou veículos astrais.
Pineda chega a descrever o corpo astral como uma espécie de “cascão”, sugerindo que existem níveis ainda mais profundos da consciência e outros veículos que podem ser utilizados.
Isso cria uma espécie de hierarquia:
consciência → veículo astral → corpo físico
mas, em sua visão, a consciência seria anterior e superior a esses veículos.
- O astral como realidade
Aqui está uma das partes mais importantes — e controversas — de sua filosofia.
Pineda não trata o astral simplesmente como uma fantasia ou sonho. Ele relata suas experiências como percepções de uma realidade objetiva ou pelo menos parcialmente independente de sua mente.
Ele descreve lugares, pessoas, animais, ambientes e acontecimentos que considera reais dentro daquela dimensão.
Portanto, seu modelo pressupõe que a realidade seria muito maior do que aquilo que nossos sentidos físicos normalmente percebem.
- Vibração e sintonia
Pineda atribui enorme importância ao estado interno da pessoa.
Pensamentos, emoções e sentimentos produziriam diferentes “vibrações”, e essas vibrações determinariam em parte aquilo com que a consciência entra em sintonia durante uma experiência astral.
É uma lógica semelhante à de uma frequência de rádio:
estado interior → frequência/vibração → sintonia → experiência
Daí sua ênfase em pensamentos positivos e na transformação interior.
- O umbral
Em seus relatos, o astral possui ambientes muito diferentes entre si.
Um deles é aquilo que ele chama de umbral ou regiões umbralinas.
São ambientes associados a consciências em estados considerados mais densos, confusos ou negativos.
Pineda relata experiências em regiões desse tipo e descreve seres e ambientes que interpreta como manifestações correspondentes à condição vibracional dos habitantes.
Assim, o “inferno”, dentro dessa perspectiva, não seria necessariamente um lugar criado para punição eterna.
Seria antes um estado/ambiente compatível com determinada condição da consciência.
- Morte não é fim
Se a consciência é independente do corpo, uma consequência lógica é que a morte física não representa o desaparecimento da pessoa.
Para Pineda, morrer seria uma mudança de condição ou de veículo.
Isso também explica por que ele afirma não possuir o mesmo medo da morte que muitas pessoas têm: suas experiências fora do corpo seriam, para ele, uma espécie de antecipação experimental daquilo que ocorre depois da morte.
A estrutura seria:
vida física → morte do corpo → continuidade da consciência → nova condição de existência
- Reencarnação e evolução
A existência não terminaria numa única vida.
A consciência passaria por múltiplas experiências, inclusive através da reencarnação, acumulando conhecimento e desenvolvendo-se.
Isso transforma a existência física em uma espécie de escola ou laboratório evolutivo.
O objetivo não seria simplesmente “chegar ao céu”, mas desenvolver progressivamente a própria consciência.
- Deus como consciência superior
Aqui sua filosofia fica particularmente interessante.
Pineda não parece trabalhar com uma concepção tradicional de Deus como um personagem humanoide situado em algum lugar do universo.
Em alguns de seus textos, ele relaciona Deus/Criador ao “consciente superior”. A consciência individual seria, nesse modelo, uma espécie de foco ou manifestação de uma consciência maior.
Imagine uma lâmpada e vários feixes de luz:
Consciência superior
↓
consciências individuais
↓
experiências em diferentes realidades
Nesse sentido, existe uma dimensão não dualista em sua visão: aparentemente separados, os indivíduos poderiam ter uma origem consciencial comum.
- A realidade como experiência da consciência
Este talvez seja o conceito que reúne todos os outros.
Para Pineda, a realidade não seria apenas aquilo que os sentidos físicos mostram.
A consciência teria capacidade de experimentar diferentes níveis ou dimensões da realidade, e nossa existência física seria apenas uma parte de algo muito maior.
Isso também explica sua insistência na investigação pessoal.
Em vez de:
“Acredite porque uma religião diz.”
ou:
“Acredite porque um mestre ensinou.”
a postura dele é aproximadamente:
“Experimente, observe e tire suas próprias conclusões.”
A filosofia inteira em uma única sequência
Podemos condensar o pensamento de Pineda assim:
Consciência
↓
é maior que o corpo físico
↓
pode experimentar outros estados através da projeção astral
↓
encontra diferentes ambientes e níveis do astral
↓
esses ambientes possuem relação com vibração/sintonia
↓
existem regiões mais densas, como o umbral
↓
a morte não destrói a consciência
↓
a consciência continua e passa por diferentes experiências/reencarnações
↓
evolui progressivamente
↓
até compreender sua ligação com uma consciência superior.
O ponto filosófico mais profundo
O interessante é que Pineda não está simplesmente dizendo “existe vida depois da morte”.
A tese muito mais profunda por trás de seus relatos é:
A consciência seria a realidade fundamental, enquanto o mundo físico seria apenas uma das experiências possíveis dessa consciência.
Isso aproxima sua visão, em alguns aspectos, de ideias encontradas no espiritismo, em certas tradições esotéricas e em correntes filosóficas que dão primazia à consciência — embora Pineda mantenha uma posição própria e enfatize que não segue uma escola específica.
E há uma questão crucial: essas dez ideias descrevem o sistema de crenças e interpretações de Pineda; elas não constituem evidência científica de que o astral, corpos astrais ou uma consciência independente do cérebro existam objetivamente.
Se você quiser aprofundar, o próximo passo particularmente interessante é comparar Roberto Pineda × Allan Kardec × Robert Monroe, porque os três falam de experiências fora do corpo, mas chegam a conclusões bastante diferentes sobre o que é a consciência e o que existe depois da morte.
Claro. Vou organizar a visão de Roberto Pineda como um sistema de ideias, deixando claro quando estou descrevendo o que ele próprio sustenta — e não afirmando essas ideias como fatos científicos.
1. Consciência é anterior ao corpo
Para Pineda, o ser humano não seria essencialmente o corpo físico. O corpo seria um instrumento ou veículo temporário da consciência.
A consequência é profunda: se a consciência consegue continuar lúcida durante uma experiência fora do corpo, então, na interpretação dele, isso seria uma indicação de que consciência e cérebro não são a mesma coisa.
Em uma frase:
Você não é um corpo que possui consciência; você é consciência que utiliza um corpo.
2. A projeção astral é uma experiência real de consciência
Pineda trata a projeção astral não simplesmente como imaginação, sonho ou fenômeno religioso, mas como uma experiência que pode ser investigada diretamente.
Ele dá grande importância à lucidez durante a experiência: perceber que está fora do corpo, observar o ambiente, conversar com entidades/pessoas e posteriormente analisar o ocorrido.
É daí que vem sua postura de “pesquisador”: experimentar primeiro e teorizar depois.
3. O corpo físico seria apenas um dos “veículos”
Em sua concepção, a consciência poderia utilizar diferentes veículos de manifestação.
O corpo físico seria adequado à experiência material; durante uma projeção, a consciência utilizaria aquilo que tradicionalmente é chamado de corpo astral.
Mas Pineda vai além: em determinados relatos, sugere que até esse corpo astral pode ser abandonado ou substituído.
Isso produz uma espécie de sequência:
Consciência → veículo astral → veículo físico → outros níveis de manifestação.
4. A realidade é muito maior que o mundo físico
Essa talvez seja a consequência mais importante de sua filosofia.
Para Pineda, aquilo que chamamos de “realidade” seria apenas uma camada da existência.
O mundo físico seria uma das dimensões/condições de manifestação da consciência. Fora dele haveria outros ambientes, níveis ou realidades que podem ser acessados durante experiências fora do corpo.
Por isso, ele não entende a projeção como uma fuga da realidade.
Para ele, seria justamente o contrário:
a projeção permitiria investigar uma realidade maior.
5. O estado mental determina a experiência
Outro conceito fundamental é o das vibrações.
Pineda associa pensamentos, emoções e estados interiores a diferentes padrões vibracionais. A qualidade desses estados influenciaria a experiência fora do corpo e os ambientes com os quais a pessoa entraria em sintonia.
Assim:
medo, ódio, ansiedade → experiências mais densas/conflituosas
amor, serenidade, equilíbrio → experiências mais sutis/positivas
Isso funciona, dentro de sua filosofia, quase como uma lei de sintonia da consciência.
6. Existe um “umbral”
Pineda utiliza o conceito de umbral para descrever ambientes ou regiões associados a consciências em estados considerados mais densos.
Não seria simplesmente “inferno” no sentido tradicional.
Seria uma condição existencial na qual predominariam determinadas emoções, pensamentos e padrões de consciência.
Isso também explica por que, em seus relatos, ele encontra ambientes que parecem hostis, confusos ou perturbadores.
A lógica é:
a consciência não seria punida externamente; ela encontraria um ambiente compatível com seu próprio estado.
7. A morte não é o fim
Se consciência e corpo são coisas diferentes, então a morte física não representa a extinção da consciência.
Esse é um dos pontos em que sua filosofia mais claramente se aproxima de tradições espiritualistas.
A morte seria uma mudança de veículo e de condição de existência.
Na perspectiva dele, aquilo que chamamos de “mundo dos mortos” seria, na verdade, parte de uma realidade muito mais ampla na qual a consciência continua sua trajetória.
8. A existência seria um processo de evolução da consciência
Pineda não parece conceber a existência como uma única vida isolada.
A consciência estaria em processo contínuo de aprendizado e evolução.
Isso se relaciona com ideias de reencarnação: experiências sucessivas permitiriam à consciência desenvolver compreensão, equilíbrio e maturidade.
Assim, a vida física teria uma função pedagógica.
Não estaríamos aqui simplesmente para sobreviver.
Estaríamos aqui para aprender através da experiência.
9. Deus seria o “consciente superior”
Aqui sua filosofia fica particularmente interessante.
Pineda não descreve necessariamente Deus como um ser antropomórfico sentado fora do universo.
Em alguns de seus textos, ele relaciona aquilo que chamamos de Deus/Criador ao nosso próprio “consciente superior”.
Imagine uma consciência muito maior da qual a personalidade atual seria apenas uma manifestação ou foco de atenção.
A analogia seria aproximadamente:
Consciência superior
↓
individualidade
↓
vida física
↓
experiências
↓
aprendizado
↓
retorno/integração à consciência maior
Essa concepção aproxima sua visão de uma filosofia em que a consciência é fundamental para a própria estrutura da realidade.
10. O conhecimento deve ser conquistado pela experiência
Talvez este seja o conceito que melhor define o próprio método de Pineda.
Ele demonstra resistência à ideia de simplesmente acreditar porque alguém — um guru, uma religião, um livro ou uma autoridade — disse que determinada coisa é verdadeira.
Sua proposta é:
experimente → observe → questione → compare → tire suas próprias conclusões.
Por isso, mesmo quando suas conclusões são bastante metafísicas, ele tende a apresentá-las como resultado de suas experiências.
E aqui está uma distinção essencial:
A filosofia de Pineda é um sistema de interpretação baseado principalmente em experiências subjetivas. Isso não significa que suas conclusões tenham sido comprovadas cientificamente.
Essa distinção permite apreciar a coerência interna de seu pensamento sem confundir experiência espiritual pessoal com evidência científica objetiva.
A filosofia inteira em um único mapa
Podemos condensar os dez conceitos assim:
CONSCIÊNCIA
↓
é maior que o corpo físico
↓
utiliza diferentes veículos
↓
pode experimentar realidades não físicas
↓
essas experiências são influenciadas pelo estado mental
↓
existem diferentes ambientes/níveis de consciência
↓
a morte é uma mudança, não o fim
↓
a consciência continua evoluindo
↓
a individualidade estaria ligada a uma consciência superior
↓
e a melhor maneira de investigar tudo isso seria experimentar diretamente.
O ponto mais interessante
Se eu tivesse que identificar a tese central de Roberto Pineda, não seria simplesmente “existe projeção astral”.
Seria algo mais radical:
a consciência seria a realidade fundamental, e o mundo físico seria apenas uma das experiências temporárias dessa consciência.
É essa premissa que conecta praticamente todas as outras ideias — projeção astral, morte, reencarnação, umbral, vibrações, evolução e consciente superior.
Se você quiser aprofundar, o próximo passo mais interessante é comparar a filosofia de Pineda com Allan Kardec, Chico Xavier, Waldo Vieira/Projeciologia e a neurociência, mostrando onde eles concordam, onde divergem e quais afirmações têm ou não respaldo científico.







8 comentários
Como faz pra ver o próprio corpo na cama através da projeção astral
Olá Gustavo
A primeira coisa a fazer é procurar perder o medo do desconhecido, pois no astral nada e nem ninguém poderá lhe fazer mal
Em segundo lugar procure sutilizar suas vibrações
Isso ajuda em muito a diminuir as diferenças vibratórias entre o físico (mais denso) e o ambiente astral (mais sutil)
Para sutilizar suas vibrações, procure entrar em sintonia com os planos mais elevados, com o sublime
Postei algumas “dicas” no link abaixo:
https://projecaoastral.com.br/tecnicas/
Sr Pineda, em outro post o primeiro alguém falou sobre.um podcast seu. Nao achei. Poderia me dar a referência de onde encontrar?
Olá Marcela
Eu não tenho podcast
Mas sim, apenas coloco voz nos meus relatos mais recentes
O senhor aceitaria fazer um teste pra provar que a projeção astral é real? Só pergunto por curiosidade
Olá Marcelo
Cada um tem o seu tempo certo para perceber e entender
Nem para minha família eu faço provas da Projeção Astral
Eu não vou “forçar a barra” em cima de ninguém
Por exemplo, todas as pessoas saem de seus corpos físicos todas as noites…
Por quê suas respectivas consciências não deixam seus cérebros físicos perceberem suas vivências no astral??
Geralmente as pessoas tem medo do desconhecido, do que lhes cause pavor, insegurança, receios…
Outro exemplo é a chamada paralisia do sono… quando isso ocorre, elas se enchem de pavor, de medo, pois não conseguem mexer seus corpos físico
Elas não entendem que é uma mera descoincidência entre o corpo físico e o corpo astral… ou seja, ela não consegue mexer o corpo físico porque sua manifestação está ocorrendo no astral
Já tentei por diversas vezes, estando projetado, ficar ao lado da cama de familiares, esperando a pessoa sair para mostrar-lhe as maravilhas do astral
Porém, a pessoa não sai… ela fica achando que eu sou uma entidade maligna que quer lhe fazer mal e entra em desespero
Também já tentei falar com pessoas encarnadas quando estão no astral, perguntando se elas tem noção de estarem num ambiente diferente do físico… Elas entram em choque e voltam instantaneamente para seus corpos físicos, como a buscar proteção, rejeitando instintivamente aquilo que venha a ferir suas impressões de realidade, profundamente arraigadas no seu ser
Ora, se as pessoas não conseguem nem aceitar a própria realidade da saída de seus corpos todas as noite
Elas entram em negação, rejeitando/refutando qualquer coisa que agrida sua noção de realidade física
Interessante as coisas que a IA pode fazer – Traçar um perfil baseado nas suas publicações. Parece um trabalho de pesquisa escolar/ universitária sobre uma figura histórica (e de certo modo é).
Certamente sua contribuição para a evolução da consciência humana será lembrada. Sou grato por seus relatos.
Olá José
Sim, eu também fiquei surpreso com o resultado
A IA fez como uma visão, um resumo do meu trabalho